ANHANGUERA EDUCACIONAL CONDENADA EM QUASE 15 MIL: COBROU POR SERVIÇO NÃO PRESTADO


faculdade cobrou indevidamente o cliente e ainda vendeu a divida para Crediuni que cobrou de novo advogado sorocaba
 O técnico em eletrônica, A.B.O. não fazia ideia dos problemas que enfrentaria ao trancar matrícula na UNIABC, que depois seria incorporada pela Anhanguera Educacional. Ele trancou matrícula quando mudou-se do ABC para Sorocaba. Algum tempo depois, ao fazer uma compra numa loja, descobriu que estava negativado. Para resolver a questão pagou a quantia de R$ 566,56, mesmo sabendo indevido.
   Mais algum tempo depois seu nome estava novamente no cadastro de maus pagadores. Desta vez era a Crediuni Intermediação de produtos e serviços Ltda quem havia feito o lançamento. Ao ligar, descobriu que a empresa comprou "licitamente" a dívida da Anhanguera. Mais uma vez, para ter seu nome limpo pagou e desta vez, mais caro: R$ 923,40. 
   Cansado de perder dinheiro o consumidor procurou o advogado Claudio Dias Batista, da Dias Batista Advogados, que lhe explicou que aquilo era indevido e a empresa responderia por danos morais e teria que devolver o dinheiro pago indevidamente. 
   Segundo o advogado Murilo Padilha Zanetti,que também defendeu o estudante, o  juiz da Segunda Vara do Juizado Especial Cível de Sorocaba, Douglas Augusto dos Santos, decidiu o processo, determinando que as empresas devolvam o que o consumidor pagou em dobro (R$ 2.979,92) e ainda que paguem R$ 12.000,00 a título de danos morais. 
   O Dr. Douglaw entendeu que não houve rematrícula, que a primeira cobrança era indevida. No segundo lançamento vemos algo ainda pior. A empresa transferiu a dívida para outra, sem informar ao consumidor. 
Da decisão ainda cabe recurso. O processo recebeu o número 1038772-62.2017.8.26.0602. 

ASSISTÊNCIA TÉCNICA NÃO DEVOLVE CELULAR E VAI TER QUE PAGAR 3 MIL DE DANOS MORAIS.

a advogada deborah sacchi conseguiu indenização de 3 mil por um celular que ficou muito tempo na assitencia sem reparo.
   A dona de casa ECM deve receber R$ 3.000,00 por danos morais causados pela assistência técnica de seu celular. Ela comprou um aparelho LG das Lojas Americanas (B2W). Entretanto o celular apresentou problemas e foi levado à Tantrix Comércio de Eletrodomésticos Ltda para o conserto. Depois de muita espera o telefone foi devolvido, mas, para surpresa da consumidora, não era o seu. 
   A dona de casa voltou à oficina e o aparelho foi novamente encaminhado à fábrica. Depois de muito tempo, vendo que o equipamento não voltava, conseguiu de volta o dinheiro que pagou por ele. 
   ECM procurou Dias Batista Advogados e ficou sabendo que tinha direito a uma indenização por danos morais, baseada no tempo que ficou sem o aparelho essencial à vida atual. 
   Ao julgar a ação o Juizado Especial Cível entendeu que não era caso de danos morais. A advogada Deborah Meireles Sacchi, que atuou na defesa da  consumidora explica que recorreram da decisão por entender que esta atitude está acima do mero aborrecimento. 
   Em decisão conjunta de três juízes o Colégio Recursal de Sorocaba reconheceu a tese dos advogados e determinou indenização de 3 mil reais por danos morais. O processo recebeu o número 
1001615-55.2017.8.26.0602. 

MENINO QUEIMADO EM FEIRA DE CIÊNCIAS VAI RECEBER QUASE 50 MIL

o menor sofreu danos morais e materiais segundo o advogado claudio dias batista de Sorocaba São Paulo
Jovem corre com corpo em chamas após falha no experimento científico
   O adolescente ALSS não tinha ideia do que aconteceria em sua vida quando dirigiu-se à Feira de Ciências da Escola Municipal Getúlio Vargas em Sorocaba/SP . Ao se aproximar de um dos experimentos uma explosão lhe atingiu, queimando 40% de seu corpo. Nas imagens do circuito interno de TV da escola é possível ver o adolescente em chamas, tentando se livrar do fogo e correndo por socorro. 

   O caso chegou ao fim, com a condenação da escola a restituir à família a importância de R$ 4.737,07 (que ainda será corrigido) e mais R$ 40.000,00 de danos morais. A Prefeitura de Sorocaba recorreu, Mas o Tribunal de Justiça de São Paulo confirmou a decisão. Apesar da gravidade do acidente, hoje o estudantes está praticamente recuperado, apesar de algumas cicatrizes permanecerem. 

os advogados dizem que apesar do resultado, indenização não paga o sofrimento
Adolescente teve 40% do corpo queimado e tratamento durou quase dois anos
   A mãe do estudante explica que foi muito difícil a recuperação. "Tínhamos que viajar para ve-lo, pois sua recuperação se deu em uma unidade de saúde longe de Sorocaba. A informação sempre era insuficiente. Todos nós sofremos com a situação", disse a genitora. 

   Vários enxertos foram realizados no corpo do estudante que precisou  inclusive acompanhamento psicológico ao longo do tratamento médico e internação. 

advogado especialista em danos morais
   O advogado Claudio Dias Batista, da Dias Batista Advogados, que defendeu o estudante espera que não apenas esta, mas outras escolas tenham mais cuidado ao realizar eventos deste tipo. "É claro que estamos felizes com o resultado positivo, mas é inegável que quarenta mil reais não pagam o sofrimento de ter 40% do corpo queimado, de ficar separado da família e de sofrer por mais de um ano num processo lento de recuperação". O processo recebeu o número 1036901-31.2016.8.26.0602. 

MÃE E FILHO SUBMETIDOS Á FALSO HIV POSITIVO VÃO RECEBER 50 MIL

advogado consegue condenação da santa casa e prefeitura por falso diagnostico de hiv positivo e mãe e filho receberão 50 mil de indenização
A dona de casa, LFMS e seu filho, o bebê DMMS deverão ser indenizados em 50 mil reais (25 para cada um) pela Santa Casa e  pela Prefeitura de Sorocaba. Três médicos foram absolvidos. 

A consumidora LFMS foi internada para o parto de seu bebê e fez os exames preliminares. Foi então avisada pela médica plantonista que o exame de H.I.V. deu positivo. Com isto foi obrigada a ingerir um coquetel de remédios e se submeter a cirurgia cesareana para não correr riscos de contaminar o bebê. Depois do nascimento a mãe não pode amamentar seu bebê e sofreu efeitos colaterais gravíssimos do coquetel. O bebê também foi submetido ao coquetel e, da mesma maneira, sofreu. 

Depois de cinco dias a Santa Casa descobriu o erro de diagnóstico. A mãe ficou chocada com tudo o que lhe aconteceu e resolveu procurar Dias Batista Advogados para uma ação de indenização por todo o ocorrido. 

O advogado Claudio Dias Batista, que atuou em defesa da consumidora, explica que o juiz André Luis Adoni reconheceu que sequer foi feito um exame confirmatório do HIV, o que, seguramente, evitaria todo o mau causado aos dois. O advogado explica ainda que na decisão, o juiz diz que "o filho da autora teve complicações, além de ambos, por força das drogas indevidamente ingeridas terem alcançado estado de risco próprio do consumo desnecessário e inadvertido de medicamento voltado ao tratamento do virus H.I.V.". 

O processo corre pela Vara da Fazenda Pública de Sorocaba e recebeu o número 1000160-89.2016.8.26.0602. Da decisão ainda cabe recurso. 


JUIZ MUDA ENTENDIMENTO, INOVA E MANDA CONSÓRCIO DEVOLVER DINHEIRO ANTES DO FIM DO GRUPO

dias batista advogados especializados em danos morais contra consorcio e devolução do dinheiro antes do fim do grupo.
Contrariando decisões do STJ, o juiz Douglas Augusto dos Santos usou outros dispositivos do Código de Defesa do Consumidor para determinar a devolução imediata dos valores. A advogada Deborah Meireles Sacchi, de Dias Batista Advogados, que atua em defesa do consumidor explica que a sentença, modificou o entendimento do assunto e diz  que o direito à informação deve ser levado em conta

O juiz explica em sua decisão que o contrato traz vários campos em branco, "ficando claro que a ré o entregou ao consumidor ainda em branco, faltando o preenchimento de diversos itens". Não há qualquer previsão de devolução do dinheiro só no fim do contrato. Esta exigência "somente seria legítima se estivesse prevista em cláusula suficientemente destacada. 

Para o Dr Douglas Augusto dos Anjos, só "as cláusulas que permitem imediata compreensão e concordância do consumidor possuem validade jurídica", de acordo com o Art. 54, do Código de Defesa do Consumidor. A sentença reconhece ainda que por se tratar de contrato de adesão (aqueles que já estão prontos e o consumidor somente concorda) as cláusulas contratuais devem ser interpretadas em favor do consumidor. 

O advogado Claudio Dias Batista, do mesmo escritório, recebeu com surpresa a decisão. "nós temos acompanhado a linha doutrinária do Dr. Douglas e foi realmente uma surpresa, ver sua mudança de entendimento neste caso", comemora Dias Batista. 

Da decisão ainda cabe recurso. O processo corre pela Segunda Vara do Juizado especial Cível de Sorocaba e recebeu o número 1020349-54.2017.8.26.0602. Apesar da decisão favorável a sentença não reconheceu o pedido de danos morais constante da petição inicial. 


BANCO BMG VAI PAGAR 4,5 MIL POR DAR EMPRÉSTIMO SEM AUTORIZAÇÃO

banco bmg é condenado a devolver a aposentado valor de empréstimo consignado em açao de danos morais em sorocaba
Dr Claudio Dias Batista 
O aposentado JRF se surpreendeu ao ver em sua conta o valor de R$ 4.500,00. descobriu que o crédito era referente á uma operação de empréstimo consignado junto ao Banco BMG S.A. Tentou devolver o dinheiro e não conseguiu. 

Ao procurar Dias Batista Advogados foi informado pelo advogado Claudio Dias Batista, especialista em Direito do Consumidor, que o banco não poderia fazer isto e que teria direito inclusive à uma indenização por danos morais. 

O banco respondeu à ação, dizendo que agiu regularmente, porém não apresentou contrato escrito ou qualquer prova de contratação como por exemplo, gravações telefônicas. 

Na sentença a juíza titular da Segunda Vara Cível de Sorocaba, Alessandra Lopes Santana de Melo explica que o aposentado demonstrou estar seu benefício mensal comprometido com o pagamento de empréstimo consignado, o que compromete sua sobrevivência. 

A juíza lembra que o consumidor, ao entrar com a ação depositou em juízo os R$ 4.500,00 que o BMG transferiu para sua conta sem sua permissão, o que mostra que não precisava de qualquer empréstimo. 

Na decisão a juíza manda que o banco devolva ao aposentado tudo o que lhe foi descontado indevidamente em conta, bem como danos morais de R$ 4.500,00, mesmo valor do suposto empréstimo. 

Da decisão ainda cabe recurso. O processo recebeu o número 1026031-87.2017.8.26.0602.

FILHA VAI SER INDENIZADA EM 20 MIL POR MORTE DA MÃE NA SANTA CASA.

A Santa Casa de Misericórdia e a Prefeitura Municipal de Sorocaba terão de pagar R$ 20.000,00 de danos morais pela morte de uma paciente. A internação ocorreu no SUS e a Santa Casa exigiu transferência para atendimento particular pois o serviço necessário não era prestado pelo Sistema Unificado de Saúde. 

O laudo médico esclareceu que o "fato de não ter sido internada em UTI ou unidade coronariana não permitiu que fosse monitorada, medicada e investigada a doença adequadamente". E o documento finaliza dizendo que "é possível afirmar que as suas chances de sobrevida seriam significativamente maiores caso tivesse sido internada e tratada quando da constatação da elevação enzimática"

A Dra Deborah Meireles Sacchi, advogada sócia de Dias Batista Advogados explica que a decisão se amparou na Teoria da Perda de Uma Chance. "Pela omissão no atendimento médico a paciente perdeu uma chance significativa de sobreviver", diz a advogada

Para o advogado Claudio Dias Batista, do mesmo escritório, a decisão poderá sofrer uma modificação, com um eventual recurso ao tribunal. "A perda da chance não é o mesmo que uma responsabilidade por morte. A atuação médica não matou a paciente, mas tirou a chance de sobreviver. A indenização não pode ser igual de uma morte, mas entendemos que o valor de vinte mil reais é muito pequeno, menos de dez por cento do que seria uma morte. Neste ponto entendemos que talvez seja caso de aumento do valor", finaliza Dias Batista.  

O juiz André Luis Adoni, ao julgar o processo que correu perante a Vara da Fazenda Pública de Sorocaba determinou danos morais de R$ 20.000,00 tanto à Santa Casa como à Prefeitura Municipal de Sorocaba. O processo recebeu o número 0039939-44.8.26.0602. Da decisão ainda cabe recurso. A Dra Deborah Sacchi diz que seu escritório estuda recorrer da decisão para aumentar o valor. 

DIRECT CALL VAI PAGAR SETE MIL POR DESLIGAR LINHAS E AMEAÇAR CORTE SEM RAZÃO

O prestador de serviços CJDB enfrentava problemas desde que migrou seus serviços telefônicos para a Signalink Informática (Direct Call). O advogado Rogério de Moraes Palma Filho, da DIAS BATISTA ADVOGADOS, que atua em favor do consumidor, explica que seu cliente não conseguia efetuar nem receber ligações com regularidade. 

   A empresa não resolveu os problemas. O consumiodor parou de pagar e a empresa acabou cancelando as linhas e disponibilizando para venda os números do consumidor que usa o serviço para atender clientes de seu escritório. 

   O juízo entendeu que a empresa não apresentou provas suficientes, sendo que sequer compareceu ao local para solução do problema. Os prejuízos são evidentes e a sentença determinou a inexigibilidade do débito no período controverso, a devolver as linhas canceladas e ainda a indenização por danos morais no importe de R$ 7.000,00. Sobre o valor da condenação o juiz Dr Diogo Correa de Moraes Aguiar aplicou honorários advocatícios de 10%. Da decisão ainda cabe recurso. 

DIRETORES MANDAM DEMITIR POR JUSTA CAUSA, EMPREGADO QUE PAGAVA SEUS JANTARES: 300 MIL DE INDENIZAÇÃO

advogado de sorocaba ingressa com ação contra a CBA e ganha indenização de 300 mil por danos morais em demisão por justa causa que foi revertida.
   A empresa demitiu por justa causa o empregado que era uma espécie de secretário da diretoria por pedir reembolso de despesas indevidas. No entanto, os gastos eram feitos a mando e para o benefício da própria diretoria. 100 mil do valor da indenização será destinado à Santa Casa ou outra entidade à escolha do reclamante, pois o juízo reconheceu que houve dano à comunidade na ação da empresa. 

   O trabalhador MBC entrou em um cargo simples na CBA (Companhia Brasileira de Alumínio) , em Alumínio-SP. Aos poucos foi conquistando cargos maiores e ganhando a confiança de seus superiores. Quando os diretores saiam para comemorar, se confraternizar ou se reunir em ambientes externos, ele cuidava de tudo e fazia todos os pagamentos necessários em seu próprio cartão. 

   Através de apresentação de notas fiscais e relatórios ele conseguia o reembolso dos valores destinados a saladas, peixes, grelhados de até quatro refeições em um mesmo horário e local em São Paulo, ou seja, fora do seu local habitual de trabalho que era Alumínio. No entanto, anos depois, foi surpreendido com uma demissão por justa causa. 

   A empresa lhe explicou que ele havia durante muito tempo pedido reembolso de valores como  contas de restaurante. De nada adiantou o trabalhador argumentar com os funcionários do RH, que os gastos eram de seus chefes, inclusive do diretor geral da CBA e que tudo estava devidamente autorizado. A decisão já havia sido tomada pelos mesmos que dele se serviram.  

   Não tendo outra alternativa, MBC procurou Dias Batista Advogados. O trabalhador estava relutante. A empresa havia dito que estava tudo documentado e que ninguém ganha da CBA. Mas o advogado Dr Murilo Padilha Zanetti lhe recomendou entrar com ação judicial. Na decisão o juízo reconhece entre outras, o dano  moral de R$ 200.000,00, dos quais R$ 100.000,00 deverão ser destinados à comunidade e aproximadamente R$ 100.000,00 referentes às verbas trabalhistas não quitadas (décimo terceiro, férias, etc), pois houve reversão da demissão por justa causa. 

   Da decisão ainda cabe recurso. O advogado Claudio Dias Batista, que também atua em favor do reclamante explica que estudam se recorrerão da decisão. "Os danos morais estão bem avaliados. No entanto, entendemos que a decisão não poderia determinar o que o reclamante fará com o dinheiro. Apesar de ser uma boa causa, a saúde pública é responsabilidade da administração pública e não pode ser ele obrigado a doar parte do que recebeu de danos morais", conclui o advogado


Desde 1994 fazemos do Direito uma extrema paixão. Somos advogados e atuamos por amor aos casos que aceitamos patrocinar na Justiça. Cada um é especializado em uma determinada área. Danos Morais, Direito Internacional, Usucapião, Direito Empresarial, Direito do Trabalho. 

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VIZINHA BARULHENTA VAI TER QUE PAGAR 7 MIL POR DANOS MORAIS.

advogado de sorocaba são paulo entra com ação contra vizinha que fazia barulhos excessivos e ganha danos morais para seus clientes.
   O casal R.G.F. e E.A.O. moveu ação contra M.R.A.G. por barulhos causados até tarde da noite e mesmo de madrugada, entre outros. A ré, M. R. contestou a ação. 

O advogado Rogério Moraes Palma, da Dias Batista Advogados explica que na audiência uma das testemunhas disse que "era uma falta total de respeito com o vizinho fora de hora (...) gritava com cachorro, saía, barulhos, ruídos de motel" A mesma testemunha confirmou que "eram muitas festas, todas fora de horário (...) passando das dez horas  (...) algumas vezes foram até de madrugada (...) muitas vezes durante a semana e as vezes final de semana". 

Ainda segundo o advogado, a testemunha  explicou em juízo que chamou a ronda várias vezes e mesmo assim continuava. Ela explicou à juíza que a ré já foi vista até indo ao carro só de roupas íntimas e que berrava para falar com os demais condôminos, numa demonstração de comportamento antissocial. 

   A magistrada Luciana Carone Nucci Eugênio, da Primeira Vara Cível de Votorantim-SP, que sentenciou o feito observou ainda que a ré foi multada duas vezes pelo condomínio, além de ser objeto de um abaixo assinado dos moradores. 

   Na parte final da decisão a juíza determinou que a ré não faça barulho entre 22h e 8h, sob pena de multa de mil reais por evento e a condenou a danos morais de R$ 7.000,00. Da decisão ainda cabe recurso 

JOVEM QUE FICOU TETRAPLÉGICA APÓS LIPO VAI RECEBER MAIS DE 300 MIL

A ex estudante de Administração de Empresas, A.I.T, deverá receber R$ 300.000,00 de indenização por danos morais e ainda R$ 11.990,22 (que deverão ser corrigidos) referentes aos gastos que teve. A juíza Adriana Faccini Rodrigues que julgou o caso também condenou a Clínica Médica F. e a médica K. G. A.  à pagar 3 salários mínimos mensais até o fim da vida da jovem. 

O advogado Claudio Dias Batista, da Dias Batista Advogados, que tem grande atuação na área de danos morais comemora a decisão. "A decisão confirma nossa tese inicial. Infelizmente não traz de volta os movimentos desta linda garota, que por toda vida vai carregar este pesado fardo", diz Dias Batista. 

Entre a entrada na Justiça e a decisão se passaram mais de dez anos. O advogado explica que em 6 de setembro de 2006 a paciente submeteu-se à cirurgia de lipoaspiração. A operação transcorreu sem qualquer problema. Porém no dia seguinte, a estudante passou mal em consequência de uma embolia. Sua respiração ficou severamente comprometida e não havia médico plantonista naquele feriado de Sete de Setembro. 

Segundo a literatura médica, casos como este devem ser atendidos em no máximo três minutos. À partir deste tempo começam a ocorrer danos cerebrais. A sentença explica que a demora no atendimento, assim como a falta de equipamentos suficientes e ainda o transporte por ambulância desprovida de UTI até o hospital foram determinantes para que a paciente ficasse tetraplégica. 

Da decisão ainda cabe recurso ao Tribunal de Justiça de São Paulo. O processo recebeu o número 0052359-23.2007.8.26.0602 e corre pela Primeira Vara Cível de Sorocaba. 

CPFL CORTA LUZ NO ANO NOVO INDEVIDAMENTE E PAGARÁ 10 MIL A CONSUMIDORA

   A analista de crédito B.A.B.B. nunca mais vai esquecer da festa de ano novo de 2017. No dia 28 de dezembro, cerca de 20 dias após alugar seu apartamento, teve a energia cortada. As provas do processo mostraram que a imobiliária informou corretamente a CPFL (Companhia Piratininga de Força e Luz) sobre a mudança da titularidade da conta. Mesmo assim a CPFL procedeu ao corte por dívida do antigo morador. 

   A advogada Deborah Meireles Sacchi, da Dias Batista Advogados explica que a sua cliente perdeu tudo que estava na geladeira, incluindo os alimentos que seriam usados na festa de ano novo. "Nossa cliente não tinha dinheiro para comprar tudo de novo e seu reveillon acabou sendo perdido", diz a advogada

A empresa CPFL foi condenada a pagar R$ 10.000,00 a título de danos morais. Da decisão ainda cabe recurso. O processo recebeu o número 1004749-90.2017.8.26.0602. 

MENINO QUEIMADO EM FEIRA DE CIÊNCIAS VAI RECEBER QUASE 50 MIL

   O adolescente ALSS não tinha ideia do que aconteceria em sua vida quando dirigiu-se à Feira de Ciências da Escola Municipal Getúlio Vargas em Sorocaba/SP . Ao se aproximar de um dos experimentos uma explosão lhe atingiu, queimando 40% de seu corpo. Nas imagens do circuito interno de TV da escola é possível ver o adolescente em chamas, tentando se livrar do fogo e correndo por socorro. 

   Depois de uma ano e meio de processo o caso chegou ao fim, com a condenação da escola a restituir à família a importância de R$ 4.737,07 (que ainda será corrigido) e mais R$ 40.000,00 de danos morais. Apesar da gravidade do acidente, hoje o estudantes está praticamente recuperado, apesar de algumas cicatrizes permanecerem. 

   A mãe do estudante explica que foi muito difícil a recuperação. "Tínhamos que viajar para ve-lo, pois sua recuperação se deu em uma unidade de saúde longe de Sorocaba. A informação sempre era insuficiente. Todos nós sofremos com a situação", disse a genitora. 

   Vários enxertos foram realizados no corpo do estudante que precisou  inclusive acompanhamento psicológico ao longo do tratamento médico e internação. 

   O advogado Claudio Dias Batista, da Dias Batista Advogados, que defendeu o estudante explica que apesar da indenização o escritório pensa em recorrer. "É claro que estamos felizes com o resultado positivo, mas é inegável que quarenta mil reais não pagam o sofrimento de ter 40% do corpo queimado, de ficar separado da família e de sofrer por mais de um ano num processo lento de recuperação". 

   Dias Batista informaou que o escritório estuda recorrer da decisão, pedindo aumento de danos morais. Da decisão ainda cabe recurso. O processo recebeu o número 1036901-31.2016.8.26.0602. 


SAAE NÃO PODERÁ FAZER COBRANÇA NEM CORTAR ÁGUA POR CONTA ANTIGA


   O Serviço Autônomo de água e Esgoto de Sorocaba (SAAE) está proibido pela Justiça de realizar o corte de fornecimento de água e tambémk de efetuar cobranças referentes a um termo de confissão de dívida. 


   A Vara da Fazenda Pública de Sorocaba havia decidido proibir o corte de água, do consumidor A.E. L. S, mas negou suspensão do pagamento parcelado de um termo de confissão de dívida. Segundo o advogado Rogério Moraes, da Dias Batista Advogados, o SAAE, como forma de pressionar os consumidores a assinarem a confissão de dívida, efetuam o corte de água. "Só há restabelecimento após a assinatura da confissão, o que é por si só, ilegal, uma coação", explica o causídico. 

   Para o advogado Claudio Dias Batista, que também atua em defesa do consumidor a forma de atuar do SAAE não é diferente de empresas de energia, que se valem do mesmo expediente. "Para nós este tipo de coação configura danos morais e nossos clientes tem recebido indenização em torno de dez mil reais", explica Dias Batista. 

Ainda segundo o advogado, a tendência da Justiça é anular os termos de confissão de dívida, diante da evidente coação do consumidor. Esta é uma das formas vexatórias de cobrança, previstas no Código de Defesa do Consumidor, explica Dias Batista. 

   Insatisfeitos com a negativa da Vara da Fazenda pública que negou a suspensão dos pagamentos previstos na confissão de dívida, os advogados recorreram. Ao julgar o agravo de instrumento o Desembargador Antonio Nascimento, da 26a. Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo, mandou suspender de imediato os pagamentos. 


TRIBUNAL MUDA DECISÃO DE PRIMEIRA INSTÂNCIA E LIMITA EM 35% DESCONTOS EMPRÉSTIMOS DE SERVIDOR

O Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu que descontos em folha de pagamento de servidor público estadual não podem ultrapassar os 35%. A decisão foi dada em agravo de instrumento, oriundo da Primeira Vara Cível da Comarca de Sorocaba, SP.

O relator, Desembargador Afonso Brás, da Décima Sétima Câmara de Direito Privado do TJSP, reverteu a decisão dada em Sorocaba, que negou a redução dos descontos que antes eram de mais de setenta por cento dos vencimentos da servidora. 

A advogada Deborah Meirelles Sacchi, da Dias Batista Advogados, que atua no processo em favor da servidora, explica que a decisão estabelece multa de R$ 1.000,00 por dia ao Banco do Brasil, pelo desconto indevido, limitados a R$ 50.000,00. Para fundamentar sua decisão o magistrado levou em conta os decretos 60.435/2014 e 61.750/2015. O processo recebeu o número 

TRIBUNAL ELEVA PARA 10 MIL INDENIZAÇÃO POR GOVERNO NÃO ENTREGAR REMÉDIO

advogado advogada sorocaba consegue danos morais e materiais em falta de medicamento fornecido pelo estado a filha
   Os pais de uma garota com Síndrome de Rett, deverão ser indenizados em dez mil reais porque a governo estadual, embora tenha sido condenado em outro processo a fornecer medicamentos à filha não cumpre com sua obrigação. 

   Segundo a advogada Ana Paula Vasques Moreira, de Dias Batista Advogados, que defende os pais da menina "quando o governo cumpre a obrigação, não entrega o que que ficou para trás, que já estava em atraso, dos meses anteriores". 

     Em decisão de primeira instância a Vara da Fazenda Pública de Sorocaba condenou o Estado a R$ 5.000,00 pelos danos morais e a restituição do valor pago em medicamentos pelos pais da menina. Com a decisão da Décima Segunda Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo, o valor foi elevado pra R$ 10.000,00, além da devolução do dinheiro gasto em medicamentos pelos pais. 

     O relator do processo junto ao tribunal, Desembargador Edson Ferreira, em seu voto rebateu os argumentos da Fazenda Pública. Ele anotou que o estado, sabedor "das dificuldades administrativas e burocráticas para aquisição, deve providenciar a solicitação com antecedência suficiente para não causar a descontinuidade na entrega e evitar maior sofrimento, angústia e insegurança dos pais< à espera, sem previsão de entrega". 

     Participaram do julgamento ainda os desembargadores Souza Meirelles e Souza Nery. Além das indenizações material e moral, os desembargadores condenaram a Fazenda Pública do Estado de São Paulo a R$ 1.500,00 à titulo de honorários de sucumbência (valor pago pelo perdedor ao advogado da parte vencedora). 

Entenda o caso 

      Os pais de uma menina portadora da Síndrome de Rett passaram horas e horas acordados, porque o Governo Estadual deixou de entregar medicamentos aos quais foi condenado. Os genitores tiveram de comprar remédios caros, com a ajuda de amigos, pois não havia entrega e nem previsão. Ingressaram com ação pedindo indenização por danos morais. 

    A Fazenda do Estado de São Paulo respondeu à ação dizendo que o medicamento não é aprovado pela ANVISA, entre outros. Os argumentos, no entanto, não convenceram a juíza Karina Jemengovac da Vara da Fazenda Pública. "A doença está comprovada e questões burocráticas da Administração Pública não podem prevalecer sobre o direito fundamental à saúde", anota a juíza em sua decisão. 

advogado comenta decisão que deui danos morais a pais de menina com sindrome de Rett   A sentença foi mais longe e determinou que o governo estadual reembolse os pais da menina no valor de R$ 3.834,55, referente aos medicamentos comprados pelos dois, devido ao atraso na entrega.  

   O advogado Claudio Dias Batista, do mesmo escritório que defende os pais da menina explica que pessoas que se sentem lesadas com atraso na entrega tem todo o direito de entrar com outra ação. "A decisão que fixa a entrega tem que ser respeitada. Se o governo não cumpre, é justo que se busquem os danos morais", finaliza Dias Batista

   O processo recebeu o número 1009779-43.2016.8.26.0602. 

GOVERNO DO ESTADO TERÁ DE FORNECER TRANSPORTE PARA PACIENTE SE TRATAR EM SP

liminar determina que governo estadual forneça transporte para que usuaria do sus tome injeções em são paulo
M.R.M.M., profissional autônoma, recebeu vem se tratando da diabetes que tem através de injeções especiais que são dadas apenas no IAMSPE, em São Paulo. Ela não tem condições financeiras de se deslocar até São Paulo para o tratamento. 

A advogada Ana Paula Vasques Moreira, da DIAS BATISTA ADVOGADOS, que atua na defesa da paciente explica que em "decisão liminar (provisória, logo no início do processo) a juíza Karina Jemengovac, da Vara da Fazenda Pública de Sorocaba determinou que o Diretor Regional de Saúde providencie o transporte à autora da ação, sob pena de multa de R$ 1.000,00 por dia". Ainda segundo a advogada, a  magistrada deu prazo de dez dias para cumprimento de sua ordem. 

O processo recebeu o número 1034741-96.2017.8.26.0602. Nesta ação, além do serviço de transporte a paciente pede danos morais pelo descaso até o momento. Veja outros casos semelhantes na pagina do escritório no facebook, clicando aqui 




MOTOCICLISTA ATROPELADA VAI RECEBER 30 MIL DE DANOS MORAIS.

   A balconista J.A.C. viajava na garupa da motocicleta de uma amiga, quando um o veículo dirigido por C.A.K atingiu-as fortemente, resultando em fratura exposta na vítima. Em sua defesa C.A.K. e M.K, este último dono do veículo, disseram que a culpa era da motociclista. 

   As testemunhas, no entanto, foram claras ao atribuir a culpa pelo acidente a C.A.K. Até mesmo sua testemunha, que dizia que a culpa era da motociclista não conseguiu explicar bem como teria acontecido o acidente. 

   Segundo a advogada Deborah Meireles Sacchi, da Dias Batista Advogados, a decisão do juiz Márcio Ferraz Nunes determinou o pagamento de danos morais de R$ 30.000,00 pela condutora e pelo proprietário do veículo. Além disto, foram condenados a R$ 1.000,00 à título de honorários de sucumbência (valor pago pelo que perde ao advogado vencedor). "Foi uma indenização exemplar, uma das maiores que temos visto", finalizou a advogada

   Da decisão ainda cabe recurso. O processo correu pela Primeira Vara Cível de Sorocaba e recebeu o número 0040518-55.2012.8.26.0602. 

TRIBUNAL CONDENA TAM EM 10 MIL POR OVERBOOKING

TAM LATAM condenada em dez por overbooking atraso de voo advogado sorocaba são paulo
A LATAM (antiga Tam) terá de pagar uma indenização de dez mil reais para o menor L.S. Na verdade o relator do processo no Tribunal de Justiça de São Paulo aumentou a indenização que já havia sido dada em primeira instância, em Sorocaba. 

Para o relator do processo, Desembargador Sebastião Flávio, "o menor necessitou ficar 10 horas no aeroporto de São Paulo aguardando pelo próximo voo, num total descaso da companhia aérea". 

Com isto aumentou para R$ 10.000,00 a indenização que anteriormente tinha sido fixada em apenas R$ 1.500 pelo juiz Dr Marcio Ferraz Nunes. O advogado Claudio Dias Batista, da Dias Batista Advogados, que atuou em favor do consumidor comemorou a vitória. "O valor agora atende nosso pedido e está de acordo com outras ações movidas pelo nosso escritório", finaliza o advogado

O processo recebeu o número 1025118-76.2015.8.26.0602.

GSP CONDENADA EM 130 MIL POR VENDER LOTE QUE TINHA DONO NO PQ SÃO BENTO

     O aposentado A.A.S, que é de São Paulo, apostou todas as suas economias num lote de 250 metros quadrados  no Parque São Bento, em Sorocaba-SP, vendido pela PG _ Divisão de Empreendimentos Imobiliários Ltda. Com dificuldade pagou uma a uma as parcelas desde junho de 1979, quitando o imóvel em outubro de 1987. Desde então vem pagando religiosamente os IPTUs e todas as taxas sobre o terreno. Ele mesmo limpava o lote e sonhava em ali construir uma casa. 

   Em 2015, ao visitar o tereno para capiná-lo deparou-se com uma construção no local. "Fiquei bobo de ver. Construiram no meu lote. Eu estava doente e deixei de comparecer uns meses. É muita safadeza desse pessoal", disse o aposentado, ao comentar o fato.

   Acontece que a GSP, baseada em um edital no jornal chamou inúmeros compradores para regularização e ele, como outros, não apareceu. Assim a GSP vendeu o lote para N.S.F que por sua vez cedeu os seus direitos à outra pessoa. A juíza Karla Peregrino Sotilo observa na decisão do processo, que "a incorporadora ré agiu de forma totalmente temerária ao rescindir de pleno direito o compromisso de compra e venda sem qualquer notificação pessoal ao comprador". 

   O advogado Claudio Dias Batista, que atua em defesa do aposentado explica que era obrigação da empresa notificar pessoalmente o comprador e não por edital em jornal. "Eles tinham o endereço dele, que é o mesmo que consta no cadastro da prefeitura", explica Dias Batista. 

   A advogada Ana Paula Vasques Moreira, também da Dias Batista Advogados explica que a GSP deixou de impugnar o valor dado ao imóvel que foi de 120 mil reais. com isto a juíza considerou este valor e determinou ainda danos morais de R$ 10.000,00, rescindindo o contrato, uma vez que no local já havia sido construída casa por outra família. 

   Segundo os advogados o  processo recebeu o número 1031454-96.2015.8.26.0602. Da decisão ainda cabe recurso. Foram fixados ainda honorários de 10% sobre o valor da condenação, em favor do advogado vencedor. 

 

BRADESCO COBRA ERRADO 248 REAIS E TEM QUE PAGAR MAIS DE 3.500

   O Bradesco um dos maiores bancos brasileiros terá de amargar um prejuízo pequeno se comparado ao bilionário faturamento anual. O juiz Gustavo Scaf de Molon, que responde pela Primeira Vara do Juizado Especial Cível de Sorocaba o condenou a uma indenização de R$ 3.000,00 por danos morais e R$ 517,58 referente a devolução em dobro do que foi cobrado indevidamente. 

   O consumidor J.C.S.E. teve descontada de seu salário a importância de R$ 248,00, referente a um empréstimo consignado. Só que o banco cobrou o cliente de novo e, mesmo com a alegação de que havia o pagamento, que inclusive constava do extrato, manteve-se firme. 

   O advogado Rogério Moraes, de Dias Batista Advogados, que defendeu o cliente, explica que é muito comum este tipo de cobrança. "A maioria dos consumidores acaba evitando a Justiça, sendo que alguns até acabam pagando de novo. É importante este resultado, embora em valor ínfimo diante do tamanho do Bradesco, para mostrar que as empresas não podem agir assim", explica o advogado

   Da decisão ainda cabe recurso. O advogado Claudio Dias Batista, do mesmo escritório que defendeu o consumidor informa que estão estudando se farão ou não recurso, pedindo aumento do valor. O processo recebeu o número 1000083-46.2017.8.26.0602. 

TRIBUNAL AFASTA A LEI PARA APLICAR A JUSTIÇA

advogado especializado em sustentação oral no tribunal de justiça de são paulo
   A sessão da 18a Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo em 15 de agosto seria normal não fosse uma reviravolta quase inédita, após a sustentação oral. Desembargadores decidiram por afastar a lei e aplicar o Princípio da Função Social da Justiça. O caso envolve a  venda de um ônibus feita por um funcionário público a um empresário, por 75 mil reais. 

   Enquanto o comprador afirmou na ação que havia pago o valor devido, o vendedor sustentou que não recebeu os valores, até mesmo por estar ainda de posse dos títulos. A sentença dava ganho de causa ao empresário, determinando o pagamento em dobro e litigância de má-fé por parte do vendedor. 

   Ao julgar o recurso na sessão anterior, o voto divergente do desembargador Carlos Alberto Lopes estendeu o julgamento para a próxima sessão, devido a falta de quorum. O placar marcava dois a um para o empresário e o objetivo da sustentação oral era, ao menos conquistar os dois novos votos, livrando o vendedor da litigância de má-fé e suas consequências. 

   Em sua explanação o advogado Claudio Dias Batista explicou que haviam dois problemas a serem enfrentados. O empresário juntou notas promissórias que depois de periciadas mostraram-se meras cópias e não originais como havia dito. Havia documentos que a perícia também apontou defeitos. O advogado mostrou sua indignação com a decisão: "Quem junta documento dizendo ser original e não é está litigando como? De má-fé, é claro. É surreal que o vendedor e não o comprador seja condenado por má-fé processual", disse Dias Batista, inconformado durante a sustentação. 

   Foi o desembargador Henrique Clavísio quem acatou e ampliou a tese da injustiça da decisão, eis que, mantida a sentença, além de perder o que estava cobrando, o funcionário público teria de pagar o dobro do valor e ainda responder por litigância de má-fé. 

   Os argumentos da sustentação oral e do colega, convenceram o relator Dr Hélio Faria, que surpreendeu a todos, ao mudar seu voto. Seguiu-se grande debate que concluiu pelo provimento parcial do recurso, com a exclusão da pena de litigância de má-fé e a devolução do valor cobrado em dobro. 

   Questão importante foi levantada pela desembargadora Carmen Lucia Silva, que viu importância em se aplicar o que dispõe o artigo 740 do Código Civil. O próprio relator, no entanto, tratou de mostrar que é o caso de se afastar a lei e aplicar o princípio da função social da Justiça. Durante a sustentação oral o advogado havia feito referência à frase de Rubino de Oliveira, "Entre a Lei e a Justiça, fica com a segunda". 

   A câmara chegou a um consenso e a votação foi unânime. O advogado Claudio Dias Batista comentou a decisão, dizendo que pela primeira vez presenciou uma reviravolta tão grande em que mesmo os desembargadores que já haviam votado mudaram e acompanharam o novo voto do relator. 

   "Fomos contratados em cima da hora para a sustentação oral e mesmo assim conseguimos atender às expectativas mais altas do nosso cliente, um advogado com amplo conhecimento jurídico, mas sem a expertise da sustentação oral", finalizou Dias Batista. 


SAAE VAI PAGAR MAIS DE 10 MIL POR CORTAR ÁGUA BASEADO EM DÍVIDA ANTIGA

advogado sorocaba consegue danos morais por cobrança de divida antiga pelo saae
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   A dona de casa C.H.S. deverá receber 9.370,00 de danos morais do SAAE (Serviço Autônomo de Água e Esgoto), empresa pública da cidade de Sorocaba, SP. Sobre o valor o SAAE terá de pagar ainda honorários ao advogado da consumidora na ordem de R$ 1.500,00. 

   Quando entrou na casa que mora atualmente foi surpreendida com uma cobrança de várias contas de água, relativas à débitos de outros moradores. O juiz da Vara da Fazenda Pública de Sorocaba, Dr. Alexandre Datanhan de Mello Guerra decidiu pela inexigibilidade das contas e determinou multa se a autarquia voltasse a cortar a água. Ele já havia determinado anteriormente a religação da água. 

   Inconformados com a decisão os advogados da consumidora, Claudio Dias Batista e Ana Paula Vasques Moreira, recorreram da decisão, requerendo os danos morais e aumento dos honorários. O SAAE também recorreu argumentando que a moradora recebeu o imóvel em doação da prefeitura e que já ocupava o imóvel antes daquela data. Não colou. 

   A advogada Dra Ana Paula Vasques Moreira, da Dias Batista Advogados, explica que ao apreciar o recurso o relator Dr Artur Marques da Silva Filho 35a. Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo entendeu que os danos morais são devidos em R$ 9.370,00 (dez salários mínimos) e negou provimento ao recurso do SAAE. Além disto o desembargador aumentou os honorários advocatícios de R$ 1.000,00 para R$ 1.500,00, determinando correção monetária desde a data do acórdão  e juros desde a citação (quando o SAAE foi informado sobre o processo). A votação foi unânime, acompanhada pelos desembargadores Gilberto Leme, que presidiu a sessão e Melo Bueno. 

   O advogado Claudio Dias Batista, especialista em Direito do Consumidor, explica que tinha certeza que a Justiça caminharia para a concessão dos danos morais. "Nós temos muitos casos como este. As empresas de água, energia e gás não podem cobrar pelas dívidas dos antigos moradores, pois são dívidas das pessoas e não dos imóveis", explica o advogado. O processo recebeu o número 1027500-08.2016.

BV FINANCEIRA VAI PAGAR 10 MIL: NEGATIVOU NOME DE PESSOA QUE NEM TINHA CONTRATO

   O músico profissional CJP deverá receber dez mil reais à título de danos morais da BV Financeira S/A Crédito Financiamento e Investimento. A empresa lançou o nome do consumidor nos órgãos de proteção ao crédito sem que ao menos tivesse algum contrato com ela.

   Segundo consta do processo, o músico se dirigiu a uma loja para fazer uma compra e, durante o processo de aprovação do crédito, ficou sabendo que era devedor em mais de 35 mil reais à BV Financeira. Ele nunca havia feito qualquer empréstimo e tentou argumentar com junto a instituição de crédito.

   Em consulta com o advogado Dr. Murilo Padilha Zanetti, da  Dias Batista Advogados, o consumidor ficou sabendo dos seus direitos e resolveu ingressar com ação. A BV se defendeu dizendo que o autor contratou empréstimo. Mas, no curso do processo não apresentou qualquer documento para provar suas alegações.

   O advogado explica ainda que ao julgar o processo o juíz Danilo Fadel de Castro, atuando na Sexta Vara Cível de Sorocaba, determinou os danos morais de R$ 10.000,00 e mais 20% à título de honorários advocatícios sucumbenciais, além de considerar o débito inexistente. O processo recebeu o número 1037027-18.2015.8.26.0602

SPTRANS BLOQUEIA INDEVIDAMENTE CARTÃO DE USUÁRIA: 3 MIL DE DANOS MORAIS

   J.S.S. teve seu cartão com bilhete do transporte coletivo de São Paulo bloqueado, mesmo estando com saldo suficiente. Com isto a consumidora levou quase cinco horas para solucionar o impasse, uma vez que não dispunha de dinheiro para completar a viagem.

   Em sua defesa a empresa SPTRANS, alegou que havia suspeita de fraude. No entanto não conseguiu fazer prova do alegado. A juíza Fabiana Tsuchiya do Juizado Especial CIC Zona Leste, determinou então a condenação da empresa em R$ 3.000,00 de danos morais. 

    A advogada Ana Paula Vasques Moreira, da Dias Batista Advogados São Paulo explica que o valor da condenação infelizmente não reflete o dano sofrido. "Vamos recorrer com relação ao valor. Ficar sem poder voltar para casa, esperar quase cinco horas para uma solução que deveria ser muito simples, não pode ser compensado com R$ 3.000,00", diz a advogada. 


 O advogado Claudio Dias Batista, do mesmo escritório que defendeu a consumidora explica que as indenizações servem tanto para compensar a dor, como servir como elemento educativo, mostrando a empresa que deve tomar mais cuidado em questões como esta. "Se o valor da indenização é baixo, acaba sendo o mesmo que não punir, e, infelizmente, certas atitudes só mudam com a dor", ressaltou Dias Batista. 

   Os advogados ressaltam ainda que "o trabalhador está meio acostumado a um serviço deficitário e a ser maltratado por determinados agentes. Isto precisa mudar". Da decisão ainda cabe recurso para ambas as partes. O processo recebeu o número 1003386-16.2017.8.26.0005. 

DIRETORA DE ESCOLA É XINGADA: MÃES VÃO TER QUE PAGAR DANOS MORAIS

 Era uma festa de Dia das Crianças, realizada com muito amor pelos funcionários e dirigentes da Escola Municipal Aurora Fontes em Votorantim. A turma da manhã já havia se deliciado com doces e aproveitado os brinquedos infláveis trazidos com dinheiro da APM (Associação de Pais e Mestres). 

 Segundo relatório da sentença judicial, de repente a diretora P.M.F é abordada por mães de alunos que começam a exigir mais algodão doce. A diretora explicou que só haveria nova distribuição à tarde. As mães de alunos RKM, RCSV e KOFR, passaram então a proferrir palavras ofensivas e palavrões. As grosserias, ainda segundo relato da sentença judicial, prosseguiram nas redes sociais. Insatisfeitas, estas mães foram até a Secretaria de Educação e solicitaram a retirada da diretora do cargo. 

   Ao mesmo tempo passaram a comparecer todos os dias no portão da escola, tentando colher assinaturas para um abaixo assinado. Cansada das ofensas, a diretora mandou notificação extrajudicial, para que as mães dos alunos colocassem um basta na situação. De nada adiantou. 

   O advogado Claudio Dias Batista, da Dias Batista Advogados, que defendeu a diretora, explica que na audiência as rés negaram qualquer agressão verbal, sendo que uma delas admitiu ter postado sua indignação nas redes sociais. As testemunhas, no entanto, derrubaram a tese de defesa das rés. Ficou demonstrada a atitude agressiva, tanto na escola como nas redes sociais. Uma das testemunhas disse que a diretora "relatou calmamente às mães que a máquina de algodão doce já estava desligada e que não seria justo dar o doce aos seus filhos em detrimento das demais crianças"

   Em sua decisão a juíza Graziela Gomes dos Santos Biazzim, da 2a. Vara Cível de Votorantim, SP, se convenceu especialmente pelo depoimento desta última testemunha e concluiu que "o tratamento deve ser justo e igualitário, de modo que, se havia um horário combinado para duração da festa, todos deveriam respeitá-lo". 

   Finalmente a juíza faz citação de uma das frases repetidas pelas rés, "enfie o algodão no c..." Ela entendeu que os danos morais neste caso não precisam sequer serem provados, e fixou o valor em R$ 1.000,00 para cada mãe que se revoltou. Da decisão ainda cabe recurso. O processo recebeu o número 1000064-85.2016.8.26.0663. 

ITAÚ CONFISCA VERBAS TRABALHISTAS E VAI TER QUE PAGAR 5 MIL EM DANOS MORAIS

   O Banco Itaú confiscou indevidamente R$ 5.576,12, parte de um valor depositado na conta de ALS, referente a um processo trabalhista. O juiz de primeira instância entendeu que parte deste confisco não era verba alimentar , mas apenas indenização e mandou o banco devolver R$ 2.277,36, logo no começo do processo. 

   Os advogados Claudio Dias Batista e Deborah Sacchi, da Dias Batista Advogados, e que atuam em defesa do consumidor recorreram da decisão e conseguiram em segunda instância que o dinheiro fosse totalmente devolvido (mais R$ 3.726,52). 

   O banco contestou a ação, explicando que fez o desconto porque havia um débito de empréstimo do consumidor com a instituição bancária. O processo foi julgado pelo Dr. Douglas Augusto dos Santos, da Segunda Vara do JEC de Sorocaba, que determinou além da devolução definitiva do do dinheiro,  R$ 5.000,00 de danos morais, pelos transtornos causados ao cliente do banco. 

   A advogada Dra. Deborah explica que desta decisão ainda cabe recurso. O processo recebeu o número 1009741-94.2017.8.26.0602. 

JUSTIÇA PUNE LATAM COM 4 MIL DE DANOS MORAIS POR ATRASO


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 Uma decisão que segue o mais recente entendimento do STF (Supremo Tribunal Federal) afastou o Código de Defesa do Consumidor para aplicar as Convenções de Varsóvia e Montreal aos processos contra má prestação de serviços em voos internacionais. 

   A sentença é da Dra. Liege Gueldini de Moraes, juíza da Vara do Juizado Especial Cível e Criminal de Jandira, SP e acompanha as decisões nos processos ARE 766618 e RE 636331 do STF. 

   Apesar do entendimento menos benéfico, a decisão atribuiu o valor de R$ 4.000,00 para os danos morais sofridos pelo engenheiro W.D.G.F.  O consumidor comprou passagem área de Guarulhos à Londres (Heathrow). De Londres, iria à Aberdeen (Escócia) por outra empresa aérea. Todavia, a mencionada compra não foi honrada pelas requeridas. O voo de Guarulhos a Londres foi cancelado e o autor só embarcou no dia seguinte perdendo uma diária do hotel e reuniões profissionais que teria no destino final. 

O advogado Dr Claudio Dias Batista explica sobre danos morais
   O advogado Claudio Dias Batista, da Dias Batista Sociedade de Advogados, que atua em favor do consumidor lamentou a alteração da jurisprudência, determinada pelo STF. "O STF entendeu que as convenções internacionais estão acima da legislação do país. O Código de Defesa do Consumidor, até agora, sobrepunha-se e garantia ao brasileiro uma justa indenização em casos envolvendo voos internacionais. Parece que o lobby destas empresas tem sido muito forte", explicou o advogado

  Dias Batista estuda agora a possibilidade de recorrer da decisão. O advogado informa que o processo recebeu o número 1001059-89.2017.8.26.0299. A Latam também pode recorrer. 


ATRASO NA ENTREGA DA OBRA: CONSULTE UM ADVOGADO ESPECIALISTA

    Os contratos de compra de unidades imobiliárias, sejam casas ou apartamentos, preveem, em geral, um prazo de 6 meses para atrasos. Em momentos de crises algumas construtoras acabam usando este prazo integralmente e outras tantas ultrapassam a data de entrega.

    O Direito Direto confere com a especialista em Direito Imobiliário, Dra. Deborah Meirelles Sacchi, o que o consumidor pode fazer. Confira no vídeo.



    A advogada Débora M. Sacchi é advogada associada da Dias Batista Advogados. Para agendar uma consulta, clique aqui.

VIVO TERÁ DE PAGAR MAIS DE 4 MIL POR COBRAR EM DOBRO

 A Vivo uma das maiores empresas de telefonia do Brasil, terá de desembolsar o valor de 4 Mil reais à aposentada A.A.D.S. sendo R$ 1.089,54 referentes a valor cobrado indevidamente e três mil reais de danos morais.

   Segundo o advogado Claudio Dias Batista, de Dias Batista Sociedade de Advogados, a aposentada percebeu uma alteração em suas faturas de internet, e foi checar o que estava acontecendo. Ela buscou o escritório para saber como poderia ter o dinheiro de volta, já que estava pagando um valor maior do que havia contratado.

   A Dra. Ana Laura Correa Rodrigues, juíza da 1ª Vara do JEC de São Paulo, SP, determinou que  caso haja alguma cobrança, a companhia será multada em R$ 5.000,00.

   A aposentada está muito feliz com a decisão. Ela explica que procurou o escritório de advocacia há apenas dois meses. "Sempre me falaram que a Justiça é lenta, essas coisas...Estou segura agora de que fiz o que deveria ser feito", diz a consumidora. 

   O Dr. Claudio Dias Batista explica que decisões rápidas assim não são comuns. "A Dra. Ana Laura, juíza neste processo, agiu da maneira como o consumidor espera. Não havendo necessidade de audiência, é o caso de dar logo a decisão", explica o advogado. 

   Dias Batista explica ainda que embora o valor não seja aquele que foi pedido, não pretende recorrer da decisão. O processo recebeu número 1003711-91.2017.8.26.0004. destas decisão ainda recebe recurso da outra parte.